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Bolsonaro repete críticas à política de preços da Petrobras

O presidente Jair Bolsonaro voltou a criticar hoje (3) a política de paridade com o mercado internacional que é seguida pela Petrobras como regra para reajuste de preço dos combustíveis. Sem entrar em detalhes, o presidente afirmou estar “jogando pesado” sobre o tema dos combustíveis, mas voltou a argumentar que não pode fazer nada para impedir a escalada de preços.


“A Petrobras se aparelhou com legislação para se autoproteger, o preço por paridade internacional é lei de 2016, se não me engano”, disse Bolsonaro a apoiadores, em frente ao Palácio da Alvorada. “Se interferir [na Petrobras], respondo civil e criminalmente”.


O presidente repetiu ainda que o “grande vilão” dos preços é a cobrança de ICMS pelos Estados.


No início da semana, a Petrobras enviou um comunicado à CVM (Comissão de Valores Mobiliários), respondendo à afirmação de Bolsonaro de que haveria novo reajuste em 20 dias. No comunicado, a estatal reitera seu compromisso com a prática de preços competitivos e em equilíbrio com o mercado.

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