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Gasolina não mexe mais com o etanol; usinas controlam estoque e demanda via preços

O aumento da gasolina, em pouco mais de 7% nas refinarias da Petrobras (PETR4), não deverá dar maior flexibilidade às vendas de etanol hidratado, mesmo se o reajuste do combustível concorrente tivesse sido superior.


A competividade do renovável pouco avançará, porque a produção comprometida, em final de safra antecipada, indica que as usinas vão controlar a demanda via preços mais elevados, independentemente do consumo lento. No acumulado de segunda a sexta 8) foi o que se viu.


E mesmo com o etanol de milho na faixa de 250 milhões de litros mensais.


Os estoques terão que ser escoados na ponta dos dedos, em cinco meses, praticamente, de entressafra – depois que a seca prolongada e geadas derrubaram as lavouras.


Nesta semana, o álcool para os veículos flex subiu nas usinas em 1,49% (R$ 3,3411/litro), segundo o Cepea, o maior percentual de alta em cinco semanas (entre 27 e 1/10 apresentou leve queda).

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