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Hidratado “de lado” nas distribuidoras sem apoio da gasolina, que voltou a aumentar a defasagem

O etanol hidratado andou de lado nos preços cobrados pelas distribuidoras nos dois primeiros dias da semana, mostrando menos força da demanda, enquanto a gasolina segue sem injetar mais competitividade ao renovável.


O último reajuste dado pela Petrobras (PETR4) nas refinarias foi em 12 de agosto, de 3,34%.


Nesta quarta (22), o petróleo voltou aos US$ 75,30 o barril, pelo segundo dia de alta, o mesmo patamar do dia 17, quando a Abicom, entidade dos importadores de combustíveis, registrou defasagem de R$ 0,27 (menos 9%) no litro da gasolina.


Portanto, o concorrente do etanol também retornou à mesma faixa na comparação com os preços internacionais, contra os menos R$ 0,20 da terça, pelas contas da Abicom.


O hidratado manteve os R$ 3,350 por litro nas bases distribuidoras de Paulínia, até ontem, e na usina, na semana passada, obteve alta de 0,83% (R$ 3,2635), seguindo várias semanas de ganhos apoiados na menor oferta de safra prejudicada pela quebra – e com maior priorização do etanol anidro.

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