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Na guerra dos combustíveis, BR e Shell derrubam grupo Fit

O grupo Fit tentou aproveitar a Medida Provisória 1063, do presidente Jair Bolsonaro e que libera postos de combustíveis bandeirados a vender gasolina de diferentes distribuidores, para ganhar o mercado dominado pelos postos Shell, da Raízen, e BR Distribuidora, que agora atende pelo nome de Vibra Energia. Mas duas decisões judiciais derrubaram o negócio da Fit. A justiça de São Paulo deu uma liminar em favor da Raízen dizendo que a Medida Provisória até permite que os postos de combustíveis comercializem produtos de outros fornecedores, mas também diz que isso não muda os contratos existentes. Os postos de bandeira fazem contratos de exclusividade no fornecimento. O juízo de São Paulo também entendeu que pode ser prejudicial ao consumidor que procura determinado posto por causa da bandeira.


Já no Rio, além de proibir a Fit de aliciar postos, o juízo ainda determinou que a empresa se abstenha de usar a identidade visual da BR em seu material de venda aos postos, sob pena de multa diária de 1 milhão de reais. A Fit, que é do mesmo grupo que controla a Refit (ex-Manguinhos), não quis comentar o assunto.

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